sexta-feira, 24 de junho de 2011

COIMBRA 1111

Hoje fomos assistir à estreia de Coimbra 1111.
Aqui vos deixo as fotos da estreia desta nova produção do Teatrão 2011

Espectáculo integrado nas comemorações dos 900 anos do Foral de Coimbra.


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A NÃO PERDER!!!!!!!!
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segunda-feira, 30 de maio de 2011

E... acabou o espectáculo com a última actuação de "Desligar e voltar a ligar". Para Setembro - Outubro haverá mais!

TEATRO

Festival Panos no Teatrão em Coimbra

por DN.pt27 Maio 2011
Festival Panos no Teatrão em Coimbra
O Festival Panos é um projecto da Culturgest que reúne a nova dramaturgia e o teatro escolar e/ou juvenil. Grupos de todo o país encenam uma de três peças (dois originais portugueses e um texto traduzido do Connections 2010, programa do National Theatre de Londres que inspirou o tema). Estas encenações são depois mostradas no festival de encerramento, em Lisboa, e em festivais regionais, um dos quais em Coimbra.
A primeira peça a subir ao palco no Teatrão é "Filhos de Assassinos", acerca do genocídio Tutsi, no Ruanda. O espectáculo baseia-se num texto de Katori Hall, dramaturga e performer americana que conquistou o Prémio Olivier 2010 (na categoria de Melhor Peça Nova) com a obra The Mountaintop, sobre a última noite the Martin Luther King. A peça será apresentada hoje, sexta-feira, pelo grupo "Na Xina Lua", de Tondela.
Outra das peças será "Dentro de Mim, Fora Daqui", de Filipe Homem Fonseca, pelo Teatro de Animação de Santa Eufémia, em Leiria. A peça é "uma história de fé e egoísmo, da procura pelo que que cada um espera encontrar dentro de si próprio, por mais longe que o dentro esteja. Contada e vivida pelos protagonistas em vários tempos que se misturam e diluem, retrata o inconformismo de quem não espera nada mas às vezes exige coisas." Pode ver a obra no amanhã, dia 28, às 14h.30.
A ultima peça a ser apresentada tem por nome "Ligar e Voltar a Desligar" e é da autoria de Margarida Vale de Gato e Rui Costa e é protagonizada pelos alunos das classes de teatro do Teatrão. Será apresentada no Sábado, as 22h00.
O preço de todos os bilhetes é de 4 euros.


domingo, 22 de maio de 2011

Um orgulhoso Pai...

Panos: Teatro de e para jovens dos 12 aos 18 anos
20 de Maio, 2011por Rita Silva Freire
Tudo começa com a escolha de uma peça. Depois, trabalha-se o texto com os autores e um encenador. A partir daí, são vários meses de ensaios, construção de cenário, desenho de luz, escolha de figurinos. Até que chega o dia da estreia.Podíamos estar a falar de praticamente qualquer peça de teatro, mas, neste caso, referimo-nos ao 'Panos – palcos novos, palavras novas', uma iniciativa promovida pela Culturgest e dirigida ao público jovem e escolar, entre os 12 e os 18 anos.
A ideia surgiu, conta ao SOL Francisco Frazão, comissário do projecto, há cerca de sete anos. O programador inspirou-se no Connections, uma iniciativa semelhante promovida pelo londrino National Theatre, há mais 15 anos. Trouxe a ideia para Lisboa e, um ano depois, começou a primeira edição do Panos.
O projecto é simples: convidam-se dois escritores portugueses contemporâneos – que podem ser, ou não, dramaturgos – a escrever uma peça para a iniciativa. Às duas peças escritas junta-se mais uma, vinda de Londres, escrita propositadamente para o Connections.

Adolescentes e contemporâneos
Depois, é a vez de os jovens se inscreverem, por grupos, no Panos, e escolherem a peça que querem apresentar. Este ano houve mais de 40 inscrições. Seguem-se vários meses de ensaios até ao dia da estreia. Depois é feita a escolha, pela Culturgest, de seis peças a levar ao palco em Lisboa.
«Mas o objectivo é que os jovens peguem numa das peças e as consigam apresentar e encenar», explica Frazão, que sublinha: «Não é um concurso, não há vencedores. Vir a Lisboa não é um prémio».
O programador vê o projecto como «um fim em si mesmo: é uma experiência de um ano de trabalho em teatro para todos os envolvidos». Ou seja, a ideia não é criar novos públicos ou futuros profissionais do teatro. «Interessa-nos este ano de trabalho, não nos interessa condicionar o futuro». Ou seja, continua, «queremos promover o encontro entre duas áreas de acção que estão, normalmente, de costas voltadas: o teatro feito por adolescentes e o teatro de escritores contemporâneos».
Frazão assinala que esta faixa etária costuma trabalhar apenas os clássicos. Além disso, diz, tanto o teatro escolar como a nova dramaturgia são duas áreas pouco desenvolvidas em Portugal.
Assim, nesta 6.ª edição, sobem ao palco este fim-de-semana (entre hoje, sábado e domingo)  as peças Filhos de Assassinos, de Katori Hall, Desligar e Voltar a Ligar, de Margarida Vale de Gato e Rui Costa e Dentro de Mim Fora Daqui, de Filipe Homem Fonseca.
rita.s.freire@sol.pt


Reiniciar o sistema...



DESLIGAR E VOLTAR A LIGAR (TEATRO)
de Margarida Vale de Gato e Rui Costa
Classes de Teatro d’O TEATRÃO | PANOS 2011 (Culturgest)
Tabacaria da OMT | 3 a 7 de maio | 28 de maio | 22h

Há quem faça uma cena, quem seja fiteiro, quem se arme em vítima, quem pense que é o super-homem e até quem peça para sair deste filme. Quando a ficção se torna mais real que o real, o melhor parece ser reiniciar o sistema. O novo texto do PANOS baralha e torna a dar as personagens das ficções contemporâneas para nos mostrar a nossa imagem vista ao espelho distorcido do imaginário.

Margarida Vale de Gato é autora do livro de poesia "Mulher ao Mar" e do livro-catálogo "Edgar Allan Poe em Portugal".

Rui Costa publicou o livro de poesia "A Nuvem Prateada das Pessoas Graves" e o romance "A Resistência dos Materiais".

PANOS é um projeto da Culturgest que reúne a nova dramaturgia e o teatro escolar e/ou juvenil.

Entrada: 4 euros (preço único)

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autores: Margarida Vale de Gato e Rui Costa
Encenação: Cláudia Carvalho
Elenco: Alexandra Fonseca, Beatriz Pedra, Beatriz Sequeira, Carlos Santos, Carolina Carriço, Inês Cardoso, Inês Sena, Joana Dias, Júlia Pereira, Luísa Rebelo, Mafalda Bandeira, Maria Barros, Maria Melo, Maria Pinheiro, Mariana Rodrigues, Raquel Margalho, Rita Capelo, Tiago Pereira
Desenho de Luz: Jonathan Azevedo
Dispositivo Cénico, Adereços, Figurinos e coordenação montagem: Joana Cardoso
Banda Sonora: elenco, exceto músicas "O Homem que eu vi" e "Sim, tenho" (autoria de Francisco Tavares)
Fotografia: Paulo Abrantes Grafismo: Sofia Frazão, a partir de ilustração de Maria Pinheiro
Produção Executiva: Inês Mourão e Nuno Carvalho
Direção Técnica: João Castro Gomes
Equipa Técnica: Alexandre Mestre, Jonathan Azevedo e Rui Capitão

Produção: O TEATRÃO 2011, no âmbito do Projeto PANOS da Culturgest

Duração do espetáculo: 60m
Maiores de doze anos

sexta-feira, 22 de abril de 2011

A sombra pesada da lua





A Sombra da lua
A franqueza da sua sombra desalinhada


A serenidade com que perde a exuberância
Devolve aos oceanos, às águas e às luzes
descalabro
Devolve à tua e à minha sombra
O nosso tempo


Perdoa-me
Sombra pesada
Sombra pesada da lua


Ícaro partiu


Escrevi no vento o nome de Ícaro
o sol invejoso queimou-lhe a esperança
construída com asas sem medo
imaculadas em crença

perpetuada a história
cresceu assim eterna
a derrota do homem voador

o sol queimou-lhe a memória
serviu-lhe uma morte serena
um fim do mundo sem dor

na visão das lembranças perdidas
sentiu felicidade
no coração das nuvens e estrelas
derrotou toda a maldade

Ícaro partiu

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O Beijo


O Beijo
   Num instante se transformou
   Aguarda o regresso da vida
   Agora que o tempo parou

   Circula o sonho
   sob pálpebras cerradas
   no perfume escondido
   na nuvem que levita debaixo de nossos pés
   nos doces murmúrios destas cascatas de mel

   que fazem ferver os poemas
   e tudo neste instante
              neste tempo
              neste porto de abrigo

   na saudade do nosso beijo
   que o tempo transformou
.

segunda-feira, 21 de março de 2011

O Verdadeiro paradigma Educacional...

Em Educação nada mais é aquilo que já foi!
A transformação do sistema de ensino tal como hoje o entendemos
só será possível com a mudança radical dos conceitos, das teorias,
do próprio entendimento que as sociedades atribuem à Educação.

É um problema essencialmente económico, acima de tudo político,
estritamente social, verdadeiramente complexo nas suas cambiantes
filosóficas e gerador de poucos consensos e muitos pontos de vista.

E agora Mundo? Que Educação te restará, pobre de ti...

terça-feira, 15 de março de 2011

No Japão nada será como dantes...

FOTOS no jornal PÚBLICO => AQUI



Faltam todas as palavras para descrever o horror e a devastação causadas
pela Mãe natureza.

Depois da Itália, do Chile e do Haiti, eis que a terra resolveu mostrar todo o seu
poder no país do sol nascente, com o 4º maior terremoto de sempre, desde que
existem registos destes fenómenos, e o maior de sempre no Japão.

Agora, quando ainda se contam os mortos e ainda não se consegue ter uma noção
exacta da dimensão da tragédia humana, eis que a ameaça Nuclear das Centrais
afectadas com o grande sismo e tsunami surge maior ainda do que todas as outras.
No Japão nuclear, estes dias que se seguem são de extrema preocupação.
O Mundo inteiro aguarda com a respiração suspensa o que poderá acontecer no Japão
nas próximas horas.

sábado, 12 de março de 2011

A Classe política está de rastos e levou da sociedade civil uma valente chapada de luva branca...

E O POVO SAIU À RUA, NATURALMENTE!!!!!!




Balanço em Lisboa e no Porto

Organizadores do Protesto Geração à Rasca falam em 280 mil participantes em Lisboa e Porto

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 Milhares de pessoas em várias cidades juntaram-se ao Protesto Geração à Rasca, convocado por quatro jovens, em protesto contra a precariedade. A organização fala em 200 mil pessoas em Lisboa e 80 mil no Porto.
Início do protesto hoje em LisboaInício do protesto hoje em Lisboa (Daniel Rocha)
Em Lisboa, uma das 11 cidades onde decorre o protesto, o desfile chegou ao Rossio por volta das 16h30, com um cordão de gente que nunca parou de crescer e que quase encheu a Avenida da Liberdade. No Porto, onde a PSP apontava não para os 80 mil na rua reclamados pela organização, mas para 50 a 60 mil, a multidão obrigou a um plano B, para desviar o desfile para a Avenida dos Aliados.

A manifestação estava prevista para terminar na praça D. João I, mas a afluência de pessoas foi tão grande que os participantes, de todas as idades, seguiram para a Avenida dos Aliados, onde havia uma extensa lista de espera de inscrições para discursar.

Em Lisboa, o desfile começou de forma discreta, mas pessoas de todos os quadrantes políticos, da extrema-esquerda, à extrema-direita (embora sem políticos conhecidos presentes), de todas as idades, muitos reformados, muitos pais com crianças na mão e vários movimentos de cidadãos juntaram-se ao protesto.

Magalhães de Campos, 79 anos, vendedor reformado, quer um futuro para a juventude. Diana Simões, 19 anos, estudante de Direito, não quer empregos precários, nem recibos verdes. Alcino Pereira, 27 anos, carpinteiro no desemprego, quer um emprego. Estas são as razões de alguns dos manifestantes que abriram o desfile em Lisboa, que foi ganhando corpo à medida que o protesto descia a Avenida.

Com muita música, os manifestantes iniciaram de forma pacifica o desfile em frente ao cinema São Jorge, rumo ao Rossio. A PSP, que marcou presença de forma discreta, com poucos elementos, não quis adiantar qualquer balanço sobre o número de participantes em Lisboa.

Não havia figuras conhecidas da política portuguesa nas primeiras filas do desfile. Mas viam-se alguns políticos em meio aos manifestantes. O PCP fez-se representar pelos seus deputados mais jovens, Rita Rato, João Oliveira, Miguel Tiago e Bruno Dias. Também presentes estavam alguns elementos do Bloco de Esquerda, como a deputada Helena Pinto.

O desfile foi animado por palavras de ordem como "com precariedade não há liberdade", "fora com os ladrões" e "Portugal, Portugal, Portugal".

Em Coimbra a diversidade das gerações que se juntaram foi a marca da manifestação. Estudantes, professores contratados, pais ou irmãos de trabalhadores precários foram-se revezando na Praça da República, que nunca chegou a encher. A meio da tarde, iniciaram uma marcha não prevista em direcção à Câmara. A palavra de ordem: "O Povo unido jamais será vencido".

Antes, em Lisboa, por volta das 15h25, fez-se um estranho silêncio na marcha, quando um grupo de cerca de 20 jovens de cabeças rapadas e bandeiras negras chegaram à manifestação. Questionados pelos jornalistas sobre que movimento representavam, limitaram-se a dizer: "somos nacionalistas”. Este grupo acabou por entrar na coluna da manifestação sem problemas.

O Protesto Geração à Rasca foi inicialmente convocado por quatro jovens, através da Internet, para Lisboa e Porto, com um manifesto apelando à participação de “desempregados, ‘quinhentoseuristas’ e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal”.

Numa iniciativa distinta, os professores realizaram hoje um plenário no Campo Pequeno em protesto contra o Ministério da Educação.

Última actualizada às 18h35

terça-feira, 8 de março de 2011

Eis o País REAL do "QUERO, POSSO e MANDO"!!!!!!!!


Decisão está a provocar a revolta entre os directores de escolas de Coimbra

Coordenador da DREC demitido por assinar documento contra a avaliação de professores

08.03.2011 - 14:08 Por Graça Barbosa Ribeiro
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 Ernesto Paiva, que desde 1996 coordenava a Equipa de Apoio às Escolas de Coimbra, foi chamado na quinta-feira pela directora regional de Educação do Centro, que, diz, lhe anunciou que estava demitido daquele cargo.

 (Carla Carvalho Tomás/ arquiv
Motivo: ter subscrito um abaixo-assinado crítico do actual modelo de avaliação de professores, na qualidade de docente da Escola Secundária Infanta D. Maria. O afastamento e a razão invocada pela DREC estão a provocar a indignação de vários directores de escolas, que admitem tomar uma posição pública sobre o assunto.

Militante socialista, Ernesto Paiva diz estar "magoado e desiludido com a administração", que "ignorou anos de trabalho que ela própria avaliou com a cotação máxima ". "Sei que exercia um cargo de nomeação, mas sempre entendi isso como um factor que aumentava a minha responsabilidade no sentido de aplicar as orientações do Governo e a legislação em vigor de forma eficaz e com rigor técnico, sem olhar a cores partidárias ou a outros interesses que não fossem os da população. Nunca pensei estar impedido de ter uma opinião e de a manifestar", disse ao PÚBLICO.

"Quebra de lealdade"

Segundo disse, já havia sido contactado uma semana antes pela directora regional, que lhe terá dito que considerava a sua participação no abaixo-assinado "uma quebra de lealdade" e o aconselhou "a pensar". Nessa altura, diz, perguntou explicitamente se havia algo no seu trabalho que não correspondesse às expectativas, ao que ela terá respondido negativamente. Como tal, "pensou" e decidiu não se demitir, por considerar que a manifestação de uma opinião "não colocava em causa" a sua capacidade "de agir com a mesma eficácia e rigor de sempre".

Ernesto Paiva - que subscreveu o abaixo-assinado na qualidade de professor - diz ter contestado um modelo de avaliação que "ignora" o facto de ele "leccionar apenas uma hora e meia de aulas por semana a uma única turma.": "Trabalhando a maior parte do tempo na DREC, só enganando a administração posso corresponder a um modelo que avalia quatro dimensões da minha actividade segundo 39 indicadores e 72 descritores. Por isso, apelei a uma reflexão sobre o sistema de avaliação - era isso que se pedia no abaixo-assinado".

A directora da Escola Secundária Infanta D. Maria, Rosário Gama, frisou ontem não ter conhecimento oficial do afastamento do ex-coordenador da Equipa de Apoio às Escolas de Coimbra e do seu regresso a tempo inteiro àquele estabelecimento de ensino. Acrescentou, contudo, que "desde sexta-feira" tem vindo a ser contactada por outros directores de escolas que "se mostram escandalizados e profundamente revoltados com a situação" e admitem "tornar pública uma posição sobre o assunto".

O Ministério da Educação não confirmou ontem a demissão de Ernesto Paiva, informando apenas que o facto de ter assinado um documento crítico do modelo de avaliação está a ser analisado à luz do "dever de lealdade" que os coordenadores devem aos directores regionais de Educação. Ernesto Paiva diz não entender "o que poderá estar a ser analisado", já que na quinta-feira lhe foi dito que estava demitido e domingo foi informado pela sua sucessora de que aceitara o convite para substituí-lo.
CARO COLEGA ERNESTO PAIVA, COMO IMAGINA, VENHO AQUI e desta forma DEMONSTRAR TODA A MINHA SOLIDARIEDADE E RESPEITO.
Este começa a ser o País que eu nunca pensei vir a conhecer, o País onde os meus pais e avós tiveram a infelicidade de viver e que aquele corajoso e bem-aventurado dia 25 de Abril de 1974 transformou para sempre. Esta é a lição de Liberdade que os supostos esclarecidos governantes dão como exemplo a toda uma geração. Portugal está realmente a atravessar uma verdadeira crise, e que nada tem de financeira!
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Por este motivo, por já ter antecipado toda esta prepotência e visão "esclarecida" do ministério da Educação e respectivas Direcções Regionais, já há muito tempo deveriam as escolas do País estar a funcionar em auto-gestão!
As direcções dos estabelecimentos de ensino devem ser corajosas e colocarem em bloco os seus lugares à disposição. Por menos, por muito menos, pelas palavras usadas pela anterior Ministra da Educação ao apontar os professores como "principais culpado pelo estado da educação", demitiu-se a direcção da escola básica dos 2º e 3º ciclos de Inês de Castro de Coimbra faz alguns anos atrás. O abuso de autoridade e falta de educação demonstrada, mais uma vez, por quem tudo Quer, Pode e Manda é motivo mais que suficiente para que as direcções das escolas da área de jurisdição da DREC apresentem em conjunto o seu pedido de demissão! Mas isso, caros colegas, seria apenas possível se o nosso País não fosse feito de faz de conta. No meu Portugal, seria impensável demitirem alguém só porque esse alguém assume frontalmente e em liberdade a sua maneira de pensar, seja acerca da avaliação docente conforme ela existe (?), seja sobre um qualquer outro assunto.


Vamos aguardar serenamente os próximos capítulos desta arrepiante e triste notícia...  

sexta-feira, 4 de março de 2011

Ainda a noite dos óscares.

Já foi na passada madrugada de domingo para 2ª feira que foram atribuídas as famosas estatuetas do cinema.
Mais importante do que o prémio é a consagração de uma arte, a sétima, e dos seus principais protagonistas.

Faltou mais uma vez a presença de Leonardo Di Caprio enquanto candidato. Algum ano será o Seu! Este foi o ano de Collin Firth, mais do que esperado e merecido. A interpretação que lhe valeu a estatueta não foi apenas a deste ano, mas também a do seu brilhante desempenho em Single Man no ano passado.

Houve filmes que passaram ao lado desta cerimónia sem que se percebam muito bem as politiquice e os critérios que deixam algumas brilhantes interpretações e outros tantos filmes espantosos completamente à margem da Oscarização. Só para dar alguns exemplos, falo de Shutter Island, falo do último Woody Allen You Will Meet a Tall Dark Stranger, falo do Escritor Fantasma, tal como no ano passado se esqueceram completamente do filme NINE.
A cerimónia também esteve uns furos abaixo do que seria de esperar. E a maior maldade da noite foi a de não terem dado o Óscar de melhor banda sonora a INCEPTION. A Academia devia estar bêbada ou algo ainda pior para ter entregue a estatueta à banda sonora do filme Social Network. Loucos!



Foi também o ano em que vimos nascer uma VERDADEIRA estrela!

Haille Steinfeld em TRUE GRIT ( Indomável ), deveria ter sido galardoada com o Óscar de melhor actriz secundária, mas voos muito mais altos a aguardam num futuro nada longínquo. É uma Acrtiz espantosa e roubou todas as cenas em que contracenou com os veteranos Jeff Bridges e Matt Damon. Uma segurança e uma noção de ritmo e de cadência que não se ensinam, antes nascem com as verdadeiras estrelas. Uma pérola que se mostrou num filme brilhante dos irmãos Cohen ( mais um ). Ficamos a aguardar mais interpretações desta novíssima actriz.

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