quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Maria do Rosário Gama escreve sobre a avaliação do simplex

O memorando de entendimento que, em Abril do corrente ano, foi assinado com a plataforma sindical, onde foram acordadas as condições de aplicação do modelo de avaliação neste primeiro ciclo avaliativo, foi na altura recusado por muitas escolas, entre as quais a Escola Infanta D. Maria que, de certo modo, já anteviam este desfecho.

Apesar do Ministério afirmar que foram ouvidos todos os intervenientes e parceiros do sistema educativo, identificou alguns problemas mas não identificou, ou não quis reconhecer, o principal problema: Este modelo de avaliação carece de racionalidade pedagógico-didáctica ! O pedido da suspensão do modelo foi feito pelos 120 000 professores no dia 8 de Novembro (já o havia sido feito em 8 de Março), exprimiu-se nas diferentes reuniões do Ministério com os Conselhos Executivos, foi feito por algumas associações de Pais a que se junta agora a CONFAP (“não se pode suspender algo que já está parado!”) foi feito por toda a oposição, pelo Conselho das Escolas, pelo Sindicato dos Inspectores da Educação. Afinal, a auscultação pela equipa ministerial serviu para dizer que nenhum dos que pedem a suspensão estão certos e, “lavando as mãos”, gritam com a voz de “um deus ex-máquina”: vamos simplificar o modelo.

Deste modo, a opinião pública afirmará: a Ministra cede, os professores não! Isto é absolutamente falacioso e passamos a explicar porquê:Embora as diferentes medidas, isoladamente sejam razoáveis e susceptíveis de serem aceites pela opinião pública como um avanço no sentido de resolver o impasse, de facto, A SIMPLIFICAÇÃO NÃO O RESOLVE.

1º medida do simplex : Garantir que os professores, sempre que o requeiram, possam ser avaliados por avaliadores da mesma área disciplinar
Vejamos um caso concreto na Escola Secundária Infanta D. Maria: a coordenadora do Departamento de Ciências Sociais e Humanas é do grupo disciplinar de Geografia; delegou competências numa professora titular de Economia e numa professora titular de Filosofia para avaliarem os respectivos professores do grupo de recrutamento. A coordenadora de Departamento, de acordo com o inicialmente previsto teria a cargo a avaliação dos colegas de Geografia (3) dos colegas História (5) e ainda as duas colegas em quem delegou competências (10 no total). Com a simplificação do modelo e a possibilidade de os avaliados poderem ter avaliadores da mesma área disciplinar (grupo de recrutamento), os cinco professores de História podem fazer essa exigência. Não havendo nenhum professor titular em quem delegar competências, um professor de História, não contratado, poderá ser nomeado titular em comissão de serviço e avaliar os seus colegas.
De acordo com a medida nº 7 do “simplex” há que Clarificar o regime de avaliação dos avaliadores. Assim, a Coordenadora do Departamento de Ciências Sociais e Humanas, as duas titulares em quem delegou competências e a professora de História, avaliadora não titular (titular em comissão de serviço), passarão a ser avaliadas apenas pelo Conselho Executivo. A Coordenadora do Departamento de Ciências Sociais e Humanas passará assim a avaliar só as três colegas de Geografia e alguma de História que “prefira” a sua avaliação (!!!)
No que se refere às quotas máximas, as 4 Coordenadoras de Departamento poderão aceder a um Excelente, um Muito Bom e dois Bons; as avaliadoras titulares e os professores avaliadores não titulares (titulares em comissão de serviço), em quem foram delegadas competências, terão como percentagem máxima de quotas, 5% de Excelentes e 20% de Muito Bons. A professora (de História, por exemplo) não titular, mas avaliadora, irá concorrer a vagas de titular tal como os restantes professores que ela poderá avaliar. Como para aceder a estas vagas a classificação é um factor importante, pelo menos para desempate, a professora avaliadora titular em comissão de serviço, irá avaliar com interesse em causa própria.

Os professores avaliados só poderão candidatar-se a Excelente ou Muito Bom se tiverem aulas assistidas pela avaliadora, enquanto que esta não necessita dessa condição para se candidatar a Excelente ou Muito Bom.Esta situação repete-se noutros departamentos, por exemplo, no Departamento de Línguas, só existe um professor de Espanhol: se ele quiser ser avaliado por um da sua disciplina tem que se ir procurar noutra Escola da cidade um avaliador. E se cada professor de Espanhol quiser ser avaliado por um professor de Espanhol, avaliam-se uns aos outros?

Se as divisões, conflitos e tensões já existiam, pioram ainda mais e o sistema em vez de simplificar, complica.

2ª medida do “simplex” - Não considerar o parâmetro referente ao progresso dos resultados escolares e à redução das taxas de abandono escolar.
Esta era uma medida reclamada pelos professores que, levava a que cada professor, no início do ano, tivesse que “prever” os resultados finais dos seus alunos tendo em conta o ponto de partida. Assim, traçaria os seus objectivos considerando o progresso nas aprendizagens, a evolução da classificação da sua disciplina face às restantes disciplinas, face às classificações da mesma disciplina/ano e ainda face à avaliação externa (neste caso só para as disciplinas com exame). No final do ano, não se poderia afastar dos objectivos traçados, pois isso conduziria a penalização do professor. Resolvia-se facilmente de uma forma administrativa….

3ª medida do “simplex” - Promover a simplificação dos instrumentos de avaliação
Não havia alternativa senão simplificar: Para preencher, por exemplo, a ficha de avaliação do Conselho Executivo respeitante a cada um dos professores da Escola, os instrumentos de registo tinham 95 descritores se fossem considerados todos os parâmetros, subparâmetros e itens. Note-se que nestas fichas havia 5 parâmetros, 13 subparâmetros e 23 itens. Exceptuando o subparâmetro A1, para cada um dos restantes itens houve que encontrar descritores a fim de, em cada um deles, classificar cada professor de acordo com os valores propostos pela tutela: 10, 8, 7, 6 ou 3.
É de referir que, para além da ficha do Conselho Executivo, foi necessário elaborar instrumentos de registo que permitissem preencher outras cinco (!!!) fichas tão complexas como esta!!!Neste momento, com o final do 1º período, torna-se impraticável voltar de novo a rever fichas e a encontrar novos descritores.

Esta medida denota o afastamento da realidade das Escolas, por parte do legislador, quando propõe fichas como aquelas que levaram horas e horas de trabalho sem possibilidade de, na prática, virem a ser aplicadas e portanto é o reconhecimento (não assumido publicamente) da parte da tutela da inexequibilidade deste processo.

4ª medida do “simplex” - Dispensar, em caso de acordo, a realização de reuniões entre avaliador e avaliado
Estas reuniões poderiam contribuir para a parte formativa da avaliação, se de facto este fosse um processo formativo.

5ª medida do “simplex” - Tornar voluntária a avaliação da componente científico-pedagógica
Esta componente constitui requisito necessário à obtenção das classificações de “Muito Bom” e “Excelente”; retirá-la, significa reconhecer que o que é importante para esta equipa ministerial é a componente organizacional e não a verdadeira essência do que é ser Professor, ou seja, a sua preparação cientifico-pedagógica e a relação com os alunos. Para um professor ser BOM basta ser assíduo, participar na vida da Escola, participar em acções de formação contínua e ter boa relação com a comunidade!!!

Se a finalidade deste modelo de avaliação é melhorar o ensino-aprendizagem, esta medida contradita de forma clara essa dimensão.

6ª medida do “simplex” - Reduzir o número mínimo de aulas a observar
A redução de 3 para 2 aulas a observar, não constitui cedência, uma vez que estava prevista a observação mínima de uma aula por período. Como o 1º período já está no fim, é normal que haja redução para duas aulas a observar, uma em cada um dos períodos restantes!

7ª medida do “simplex” - Clarificar o regime de avaliação dos avaliadores
Já foi referido em conjunto com a 1ª medida.

8ª medida do “simplex” - Alargar as acções de formação contínua consideradas na avaliação
Com a fusão dos centros de formação, chegamos ao final do 1º período sem ofertas formativas e por isso é necessário recorrer a acções de formação, realizadas em anos anteriores, acreditadas e que não tenham sido utilizadas em anteriores avaliações. A proposta do Ministério, ao atribuir a menção de Bom nos casos em que não exista classificação destas acções, remete para algo que já observámos “do outro lado do Atlântico”

…. Serve tudo, desde que no final haja uma nota!!!

9ª medida do “simplex”. - Melhoria das condições de trabalho para os avaliadores
Os avaliadores têm uma sobrecarga de trabalho que justificaria para todos, redução da componente lectiva. Com o horário lectivo sem qualquer redução, como é o caso dos avaliadores em fim de carreira, estes têm o mesmo número de turmas que os restantes colegas e, necessariamente, o mesmo número de provas para realizar, de testes para corrigir, de aulas para preparar. Como se isso não bastasse, ainda são chamados para umas acções de formação, em horário pós-laboral, incluindo sábados durante todo o dia. Esta situação deveria ter sido prevista antes e não nesta altura do ano em que, a única saída para mascarar o problema é a possibilidade de “remunerar, através do pagamento de horas extraordinárias”.
Com a componente lectiva completa, cada vez que um professor avaliador assista às aulas de um colega, os seus alunos terão aulas de substituição, nem sempre garantidas por um professor da mesma disciplina!!!

Finalmente, fica bem claro que esta “avaliação inspirada em modelo chileno” tem como objectivo último atribuir quotas, fundamentais para impedir o acesso de 2/3 dos professores ao topo da carreira. De facto o que o Ministério pretende é uma classificação por quotas absolutamente administrativa e não uma avaliação que cumpra os objectivos consignados no artigo 40.º do Estatuto da Carreira Docente (Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro) dos quais destacamos:
-“Melhorar a qualidade das aprendizagens e dos resultados escolares dos alunos”.

Para haver mérito não são necessárias quotas. A avaliação é formação, evolução, melhoria. Nada disto está presente nem no modelo, nem no “simplex” que o Ministério procura impor às Escolas.

Se o Ministério pretender continuar a defender a política economicista patente no actual modelo de avaliação, então para a progressão na carreira, defina um procedimento concursal, com ou sem quotas, mas acabe com mais uma das muitas injustiças que está a impor, para mais tarde reconhecer o erro e ter que voltar atrás: Acabe com as quotas na avaliação de desempenho, limite-se a definir os critérios do mérito, e que este seja atribuído a quem realmente o mereça.

Maria do Rosário Gama - Professora na Escola Secundária Infanta D. Maria - Coimbra
Publicada por Ramiro em 23:00 43 comentários Hiperligações para esta mensagem
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

DIGAM LÁ SE NÃO DEVEMOS TER ORGULHO EM VIVER NESTE PAÍS???? V E R G O N H A. . . . Que autoridade Moral possuem estes cérebros tão iluminados??

O impossível vai acontecendo com a mais espantosa e vergonhosa das naturalidades neste nosso País de pacotilha!

Será Possível estarmos entregues a estes Políticos, a esta gente tão pequenina??????

Onde estavam os deputados da oposição na sessão de hoje????

Os professores, com toda a oposição do seu lado a dizer tão mal desta vergonha de políticas educativas e deste modelo de Avaliação, a aguardarem hoje a hora da verdade na Assembleia da República!

E o que foi por lá parido???
UMA VERGONHA!!!! UMA VERGONHA DO TAMANHO DO MUNDO!!!!!

FICO APENAS COM ESTE ORGULHO EM SER PROFESSOR,
UM ORGULHO DO TAMANHO DO MUNDO!!!!!

Notícia completa no Público Última HORA =>Vergonhosa Oposição!!!!

"(...)Mesmo que todos os 121 deputados do PS tivessem estado hoje presentes, como seis deles votaram a favor e um absteve-se, haveria possibilidade de aprovar o projecto do CDS-PP, se os 109 deputados da oposição estivessem igualmente no hemiciclo. O resultado seria, nesse caso, 115 votos a favor da suspensão da avaliação, 114 votos contra e uma abstenção."

Lembrei-me do saudoso Fernando Pessa -"E ESTA, HEM!"

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Para acabar de vez com a Cultura!!!

O dia em que a casa virá abaixo...

Quando em Rapa Nui deram conta que necessitavam das árvores que estavam a abater, já a destruição daquela Sociedade estava destinada.
Para construir Mohais cada vez maiores, destruiram a floresta e toda a vegetação necessária para a sua sobrevivência.

Serão as estátuas de pedra o que verdadeiramente importa para o futuro da educação?
Mais um sinal como tantos outros pertencente às grandiosas lições de História.

Aqueles que, supostamente, possuem o poder de mandar, continuam cegamente a dar ordens para construir e fazer erguer os seus Mohais.



A floresta vai ficando cada vez mais reduzida...

domingo, 16 de novembro de 2008

O Eixo do mal


"Portugal é uma anedota com oitocentos quilómetros de costa."

Clara Ferreira Alves no Eixo do Mal - Sic Notícias

A justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca
Clara Ferreira Alves, aterradora...

Por­tu­gal tem um dé­fi­ce de res­pon­sa­bi­li­da­de ci­vil, cri­mi­nal e mo­ral mui­to mai­or do que o seu dé­fi­ce fi­nan­cei­ro, e ne­nhum por­tu­guês se pre­o­cu­pa com is­so ape­sar de pa­gar os cus­tos da mo­ro­si­da­de, do se­cre­tis­mo, do en­co­bri­men­to, do com­pa­drio e da cor­rup­ção.

Os por­tu­gues­es, na sua in­fi­ni­ta e pa­ca­ta de­sor­dem exis­ten­ci­al, acham tu­do 'nor­mal' e en­co­lhem os om­bros. Por uma vez gos­ta­va que em Por­tu­gal al­gu­ma coi­sa ti­ves­se um fim, pon­to fi­nal, as­sun­to ar­ru­ma­do. Não se fa­la mais nis­so. Vi­ve­mos no pa­ís mais in­con­clu­si­vo do mun­do, em per­ma­nen­te agi­ta­ção so­bre tu­do e sem con­clu­ir na­da.

Des­de os Tem­plá­rios e as obras de San­ta En­grá­cia, que se sa­be que, na­da aca­ba em Por­tu­gal, na­da é le­va­do às úl­ti­mas con­se­quên­cias, na­da é de­fi­ni­ti­vo e tu­do é im­pro­vi­sa­do, tem­po­rá­rio, de­sen­ras­ca­do.

Da mor­te de Fran­cis­co Sá Car­nei­ro e do eter­no mis­té­rio que a ro­deia, foi cri­me, não foi cri­me, ao de­sa­pa­re­ci­men­to de Ma­de­lei­ne McCann ou ao ca­so Ca­sa Pia, sa­be­mos de an­te­mão que nun­ca sa­be­re­mos o fim des­tas his­tó­ri­as, nem o que ver­da­dei­ra­men­te se pas­sou nem quem são os cri­mi­no­sos ou quan­tos cri­mes hou­ve.

Tu­do a que te­mos di­rei­to são in­for­ma­ções ca­í­das a con­ta-go­tas, pe­da­ços de enig­ma, pe­ças do que­bra-ca­be­ças. E ha­bi­tuá­mo-nos a pres­cin­dir de apu­rar a ver­da­de por­que in­ti­ma­men­te acha­mos que não sa­ber o fi­nal da his­tó­ria é uma coi­sa nor­mal em Por­tu­gal e que es­te é um pa­ís on­de as coi­sas im­por­tan­tes são 'aba­fa­das', co­mo se vi­vês­se­mos ain­da em di­ta­du­ra.

E os no­vos có­di­gos Pe­nal e de Pro­ces­so Pe­nal em na­da vão mu­dar es­te es­ta­do de coi­sas. Ape­sar dos jor­nais e das te­le­vi­sões, dos blogs, dos com­pu­ta­do­res e da In­ter­net, ape­sar de ter­mos aces­so em tem­po re­al ao mai­or nú­me­ro de no­tí­cias de sem­pre, con­ti­nua­mos sem sa­ber na­da, e es­pe­ran­do nun­ca vir a sa­ber com to­da a na­tu­ra­li­da­de.

Do ca­so Por­tu­ca­le à Ope­ra­ção Fu­ra­cão, da com­pra dos sub­ma­ri­nos às es­cu­tas ao pri­mei­ro-mi­nis­tro, do ca­so da Uni­ver­si­da­de In­de­pen­den­te ao ca­so da Uni­ver­si­da­de Mo­der­na, do Fu­te­bol Clu­be do Por­to ao Sport Lis­boa Ben­fi­ca, da cor­rup­ção dos ár­bi­tros à cor­rup­ção dos au­tar­cas, de Fá­ti­ma Fel­guei­ras a Isal­ti­no Mo­ra­is, da Bra­ga par­ques ao gran­de em­pre­sá­rio Bi­bi, das quei­xas tar­di­as de Ca­ta­li­na Pes­ta­na às de Jo­ão Cra­vi­nho, há por aí al­guém que acre­di­te que al­gum des­tes se­cre­tos ar­qui­vos e seus pos­sí­veis e ale­ga­dos, mui­tos ale­ga­dos cri­mes, aca­bem por ser in­ves­ti­ga­dos, jul­ga­dos e de­vi­da­men­te pu­ni­dos?

Va­le e Aze­ve­do pa­gou por to­dos.

Quem se lem­bra dos do­en­tes in­fec­ta­dos por aci­den­te e ne­gli­gên­cia de Le­o­nor Be­le­za com o ví­rus da si­da?

Quem se lem­bra do mi­ú­do elec­tro­cu­ta­do no se­má­fo­ro e do ou­tro afo­ga­do num par­que aquá­ti­co?

Quem se lem­bra das cri­an­ças as­sas­si­na­das na Ma­dei­ra e do mis­té­rio dos cri­mes im­pu­ta­dos ao pa­dre Fre­de­ri­co?

Quem se lem­bra que um dos ra­ros con­de­na­dos em Por­tu­gal, o mes­mo pa­dre Fre­de­ri­co, aca­bou a pas­se­ar no Cal­ça­dão de Co­pa­ca­ba­na?

Quem se lem­bra do au­tar­ca alen­te­ja­no quei­ma­do no seu car­ro e cu­ja ca­be­ça foi rou­ba­da do Ins­ti­tu­to de Me­di­ci­na Le­gal?

Em to­dos es­tes ca­sos, e mui­tos ou­tros, me­nos fa­la­dos e tão som­bri­os e en­ro­di­lha­dos co­mo es­tes, a ver­da­de a que ti­ve­mos di­rei­to foi ne­nhu­ma. No ca­so McCann, cu­jos de­sen­vol­vi­men­tos vão do es­ca­bro­so ao in­crí­vel, al­guém acre­di­ta que se ve­nha a des­co­brir o cor­po da cri­an­ça ou a con­de­nar al­guém?

As úl­ti­mas no­tí­cias di­zem que Gerry McCann não se­ria pai bi­o­ló­gi­co da cri­an­ça, con­tri­buin­do pa­ra a con­fu­são des­ta in­ves­ti­ga­ção em que a Po­lí­cia es­pa­lha ru­mo­res e in­dí­ci­os que não têm sub­stân­cia.

E a mi­ú­da de­sa­pa­re­ci­da em Fi­guei­ra? O que lhe acon­te­ceu? E to­das as cri­an­ças de­sa­pa­re­ci­da an­tes de­las, quem as pro­cu­rou?

E o pro­ces­so do Par­que, on­de tan­tos cli­en­tes bus­ca­vam pros­ti­tu­tos, al­guns me­no­res, on­de tan­ta gen­te 'im­por­tan­te' es­ta­va en­vol­vi­da, o que acon­te­ceu? Ar­ran­jou-se um bo­de ex­pi­a­tó­rio, foi o que acon­te­ceu.

E as fa­mo­sas fo­to­gra­fi­as de Te­re­sa Cos­ta Ma­ce­do? Aque­las em que ela re­co­nhe­ceu imen­sa gen­te 'im­por­tan­te', jo­ga­do­res de fu­te­bol, mi­li­o­ná­rios, po­lí­ti­cos, on­de es­tão? Fo­ram des­tru­í­das? Quem as des­tru­iu e por­quê?

E os cri­mes de eva­são fis­cal de Ar­tur Al­bar­ran mais os ne­gó­ci­os es­cu­ros do gru­po Carlyle do se­nhor Car­luc­ci em Por­tu­gal, on­de é que is­so pá­ra? O mes­mo gru­po Carlyle on­de la­bo­ra o ex-mi­nis­tro Mar­tins da Cruz, ape­a­do por cau­sa de um pe­que­no cri­me sem im­por­tân­cia, o da cu­nha pa­ra a sua fi­lha.

E aque­le mé­di­co do Hos­pi­tal de San­ta Ma­ria, sus­pei­to de ter as­sas­si­na­do do­en­tes por ne­gli­gên­cia? Exer­ce me­di­ci­na?

E os que so­bram e to­dos os di­as vão pra­ti­can­do os seus cri­mes de co­la­ri­nho bran­co sa­ben­do que a jus­ti­ça por­tu­gue­sa não é ape­nas ce­ga, é sur­da, mu­da, co­xa e mar­re­ca.

Pas­sa­do o pra­zo da in­tri­ga e do sen­sa­ci­o­na­lis­mo, to­dos es­tes ca­sos são ar­qui­va­dos nas ga­ve­tas das nos­sas con­sci­ên­cias e con­de­na­dos ao es­que­ci­men­to.

Nin­guém quer sa­ber a ver­da­de. Ou, pe­lo me­nos, ten­tar sa­ber a ver­da­de.

Nun­ca sa­be­re­mos a ver­da­de so­bre o ca­so Ca­sa Pia, nem sa­be­re­mos quem eram as re­des e os 'se­nho­res im­por­tan­tes' que abu­sa­ram, abu­sam e abu­sa­rão de cri­an­ças em Por­tu­gal, se­jam ra­pa­zes ou ra­pa­ri­gas, vis­to que os abu­sos so­bre me­ni­nas fi­ca­ram sem­pre na som­bra.

Exis­te em Por­tu­gal uma ca­ma­da sub­ter­râ­nea de se­gre­dos e in­jus­ti­ças , de pro­tec­ções e la­va­gens, de cor­po­ra­ções e fa­mí­lias, de emi­nên­cias e re­pu­ta­ções, de di­nhei­ros e ne­go­ci­a­ções que im­pe­de a es­ca­va­ção da ver­da­de.

Es­te é o mai­or fra­cas­so da de­mo­cra­cia por­tu­gue­sa

Cla­ra Fer­rei­ra Al­ves - 'Ex­pres­so'

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A não perder as suas intervenções no programa "O eixo do mal" da Sic Notícias onde, com as devidas desculpas aos outros intervenientes, é "Clara e os outros..."
A edição de hoje, dia 16 de Novembro, das 00.00 à 01.00h foi particularmente marcada pelo debate acerca dos acontecimentos relacionados com o estado lastimável da Educação deste País.
Clara Ferreira Alves para Ministra da Educação JÁ!!!!

...mas se só chega a Ministro quem não tem educação ou criatividade....

NÃO! deixe-se estar Clarinha! Faz muito mais falta a este País tal e qual como está e a fazer aquilo que tão bem sabe.
Muito obrigado e um bem-haja!

J.S.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

É falta de Educação!




Se dúvidas existiam acerca da importância de que se reveste a Educação de um País, eis que a crónica falta de Educação e de respeito demonstrada nos últimos dias pelos nossos Governantes lhes está a rebentar nas mãos e a sujar as cabeças com tons amarelados.
Quem não consegue falar, sem falsear e esconder a verdade, sobre qual o principal objectivo a atingir com a aplicação deste modelo de avaliação, sujeita-se a esta estranha chuva de objectos voadores coloridos.
O único e principal objectivo a atingir por estes governantes com este modelo de avaliação não passa nem nunca passou pelos nossos alunos ou pela melhoria da qualidade do ensino que este País lhes pode proporcionar.
O único e principal objectivo a atingir passa apenas e somente pelas primárias questões económicas de poupança cega do tão desassombrado dinheirinho deste triste povo à beira mar plantado...

É que os buracos e as derrapagens orçamentais são tantos e tão inqualificáveis que se vê logo a falta que uma boa educação lhes tem vindo a causar...

Se a Educação de um povo e de um País está somente condicionada por uma cega obediência a uma Política desastrosa com objectivos de mera poupança orçamental,

Estamos conversados!!!

Em Educação as prioridades são outras!
Ao terem demonstrado não entender esta simples e muito prática lição, estes governantes perderam aquilo para onde desejavam caminhar ligeiros e sem sobressaltos!



Fiquem desde já esclarecidos do seguinte!


A MAIORIA ABSOLUTA TÃO AMBICIONADA ACABOU DE SER ATIRADA PARA O CAIXOTE DO LIXO!


Essa já não a voltam a ter em mãos, foi-se embora...VOOU!


E já que as vossas prioridades são apenas as lutas intestinas pelos bastidores do Poder, fiquem-se com mais esta pequena lição!
O verdadeiro poder está na EDUCAÇÃO e em ter EDUCAÇÃO! Quem tão mal trata aqueles que a aplicam no terreno, aqueles que a constroem e a alimentam, arriscam-se a ver desaparecer, como espuma das ondas, o pseudo Poderzinho dos Gabinetes Ministeriais que lhes alimentam o pequenino EGO!

OS TEMPOS SÃO OUTROS!!!
COM A EDUCAÇÃO DE UM POVO NÃO SE PODE BRINCAR! NUNCA SE PODE BRINCAR!


É FALTA DE EDUCAÇÃO!!




Este é o Outono do nosso descontentamento!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

NÃO, senhora Ministra!

NÃO, senhora Ministra!
.
- Os professores marcham com indignação pelas ruas da capital porque se preocupam, ao contrário de Vossa excelência.
- Os professores lutam pela defesa e pela melhoria do Sistema Educativo deste País, ao contrário de Vossa excelência.
- Os professores querem ser avaliados, ao contrário do que Vossa excelência, de forma mentirosa e indigna para uma governante, vai propagando aos sete ventos nos media deste País.
- Os professores estão unidos e irão levar até às últimas consequências a luta que os une. Evitar a destruição total e completa daquilo que são os princípios fundamentais e as pedras basilares que sustentam a educação de um País, ao contrário de Vossa excelência.
Até breve!
Cordialmente JS

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

O porquinho da Índia foi atropelado...


As meninas estavam muito chorosas do lado de fora da sala de aula, sentadas no chão as três. Duas delas abraçadas enquanto uma terceira ali estava em apoio, visivelmente assustada e preocupada com as colegas.

Passei a caminho de uma das salas e questionei as meninas se tinha acontecido alguma coisa grave, se alguém as tinha ofendido, o que se tinha passado.

Uma das meninas sentou-se perto de mim num pequeno banco em frente à porta da sala do gabinete do psicólogo e continuava em soluços...

- Sabe professor, eu tinha uns porquinhos da Índia! Dei dois deles à minha colega. Um desses porquinhos fugiu de casa, atravessou a estrada e foi atropelado! O outro era fêmea e ao dar à luz os bebés, também morreu! morreram todos! ( mais choro e muitos soluços )

Fiquei sem palavras!

Aconselhei depois a menina, de forma muito delicada, para não ficar assim tão triste. Quem sabe se ir até à sala de aula assistir à sempre objectiva e científica matéria de Ciências Físico-Químicas não a ajudaria a perceber melhor os porquês destes estranhos e incompreensíveis casos da vida?

Deve ter resultado! Da parte da tarde dei com uma das meninas chorosas numa saudável correria, calças rosas manchadas com as alegres cores de terra e verde musgo. Corria atrás de um colega com quem partilhava os azulados ares primaveris desta simpática tarde de Outono.

A aula de Físico-Química deve ter corrido bem!

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

terça-feira, 4 de novembro de 2008

E se um dia houver mais espertos que gente madraça?


Os professores são todos uns madraços!


Talvez por isso mesmo muitos tenham aspirações a Ministros ( ou Ministras ) ou outros cargos bem mais relaxantes e muítissimo bem remunerados como, por exemplo, gestores bancários ou até, vejam lá, Presidentes da República...

Lembrei-me agora!!!

Este País está como está porque, imaginem, o nosso Presidente é professor!!!
Muito boa noite caríssimo Madraço, pois assim nos chama a todos o nosso Primeiro!

E se alguns destes Madraços se transformarem em testemunhas incómodas, só para que se saiba que ainda vivemos numa Democracia!

Se deixarmos que o Medo das "más notinhas do colégio da vidinha do triste fado" em que esta profissão se está a deixar enlear cresça exponencialmente, mais vale obstaculizar de vez com o Sistema.

Não foi a calar injustiças que este País se vez Portugal!

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

A Lista continua!! E tu, já estás na Lista?



Agrupamento de Escolas António José De Almeida -Penacova
Agrupamento de Escolas Aristides de Sousa Mendes - Póvoa de Santa Iria
Agrupamento de Escolas Clara de Resende - Porto
Agrupamento de Escolas Conde de Ourém – Ourém
Agrupamento de Escolas Coura e Minho - Caminha
Agrupamento de Escolas D. Carlos I - Resende
Agrupamento de Escolas D. Carlos I - Sintra
Agrupamento de Escolas D. Manuel de Faria e Sousa – Felgueiras
Agrupamento de Escolas D. Martinho C. Branco - Portimão
Agrupamento de Escolas D. Miguel de Almeida – Abrantes
Agrupamento de Escolas da Maceira – Leiria
Agrupamento de Escolas de Alvide - Cascais
Agrupamento de Escolas de Aradas - Aveiro
Agrupamento de Escolas de Armação de Pêra - Algarve
Agrupamento de Escolas de Aveiro
Agrupamento de Escolas de Castro Daire
Agrupamento de Escolas de Forte da Casa - Lisboa
Agrupamento de Escolas de Lousada Oeste
Agrupamento de Escolas de Marrazes - Leiria
Agrupamento de Escolas de Ourique - Alentejo
Agrupamento de Escolas de Ovar
Agrupamento de Escolas de S. Julião Da Barra - Oeiras
Agrupamento de Escolas de Vila do Bispo - Algarve
Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Poiares
Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Santo André - Santiago do Cacém
Agrupamento de Escolas de Vouzela
Agrupamento de Escolas Dra. Maria Alice Gouveia
Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos - Pinhal Novo
Agrupamento de Escolas Nº1-Beja
Agrupamento de Escolas Nuno Álvares Pereira – Camarate
Agrupamento de escolas Pedro de Santarém - Lisboa
Agrupamento de Escolas Ribeiro Sanches – Penamacor
Agrupamento Vertical Clara de Resende - Porto
Agrupamento Vertical da Senhora da Hora - Porto
Agrupamento Vertical de Escolas de Gueifães – Maia
Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Garcia Domingues – Silves
Agrupamento Vertical Escolas de Azeitão
Comunicado Conjunto de Alguns Executivos para a DREC
Declaração da Demissão de Avaliador do Prof. José Maria Barbosa Cardoso

Departamento de Expressões da Escola Eugénio de Castro - Coimbra ( para quando todo o Agrupamento ? )
Departamento de Expressões da Escola Secundária Filipa de Vilhena - Porto
Departamento de História, Filosofia e E.M:R. da Escola Secundária de Odivelas
Escola Básica 1 de Santa Maria de Beja - Demissão do Conselho Executivo e de todos os Órgãos intermédios

Escola Básica 2, 3 da Abelheira - Viana do Castelo
Escola Básica 2, 3 Frei Bartolomeu dos Mártires - em Viana do Castelo
Escola Básica 2,3/Secundário de Celorico da Beira
Escola Básica 2/3 António Fernandes de Sá - Gervide

Escola Básica 2/3 de Tortosendo
Escola Básica 2/3 de Lijó

Escola Básica Frei André da Veiga - Santiago do Cacém
Escola de Arraiolos

Escola EB23 Dr. Rui Grácio - Sintra
Escola Fernando Lopes-Graça, Parede - Cascais
Escola Jaime Magalhães Lima - Aveiro
Escola Martim de Freitas - Coimbra
Escola Secundária Alcaides de Faria - Barcelos
Escola Secundária André de Gouveia
Escola Secundária Augusto Gomes - Matosinhos
Escola Secundária Avelar Brotero - Coimbra
Escola secundária c/ 3ª ciclo Camilo Castelo Branco - Vila Real
Escola Secundária c/ 3ª ciclo Manuel da Fonseca - Santiago do Cacém
Escola Secundária c/ 3º CEB Madeira Torres - Torres Vedras
Escola Secundária c/ 3º ciclo de Barcelinhos
Escola Secundária c/ 3º Ciclo de Madeira Torres - Torres Vedras
Escola Secundária c/ 3º ciclo Rainha Santa Isabel - Estremoz
Escola Secundária Camões - Lisboa (Demissão da maioria dos professores Avaliadores n/Coordenadores)
Escola Secundária Campos-Melo - Covilhã
Escola Secundária D. João II - Setúbal
Escola Secundária da Amadora
Escola Secundária da Amora
Escola Secundária de Albufeira - Algarve (Abaixo-assinado)
Escola Secundária de Arganil
Escola Secundária de Camões - Lisboa (Declaração de Demissão da maioria dos professores Avaliadores n/ Coordenadores)
Escola Secundária de Francisco Rodrigues Lobo - Leiria
Escola Secundária de Miraflores - Oeiras
Escola Secundária de Montemor-o-Novo
Escola Secundária de S. Pedro - Vila Real
Escola Secundária de Sebastião da Gama - Setúbal
Escola Secundária de Vila Verde
Escola Secundária Dom Manuel Martins - Setúbal
Escola Secundária Dr. Júlio Martins - Aveiro
Escola Secundária Emídio Navarro - Viseu
Escola Secundária Ferreira de Castro
Escola Secundária Ferreira Dias - Santiago do Cacém
Escola Secundária Infanta D. Maria – Coimbra
Escola Secundária Jaime Magalhães Lima / Aveiro
Escola Secundária Martins Sarmento - Guimarães
Escola Secundária Monte da Caparica - Lisboa
Escola Secundária Montemor-o-Novo
Escola Secundária Rio Tinto
Escola Secundária Seomara da Costa Primo - Amadora
Escola Secundária Severim de Faria
Escola Secundária/3 De Barcelinhos (Conselho Pedagógico Suspende Avaliação)
Escolas do Concelho de Chaves (9 escolas)
Moção na Escola Secundária de S. Pedro - Vila Real



etc... etc... etc... etc...( agora desculpem-me este desabafo! Desde que 100.000 profissionais se mostraram na capital para a Ministra decidir adoptar a célebre táctica do bolo-rei, que todas as escolas e agrupamentos deste País deveriam ter ficado sem orgãos de gestão ).
A PROCISSÃO AINDA NEM SAIU DA IGREJA, QUANTO MAIS DO ADRO...

Actividades 31 de Outubro 2008 - Professor José P. e Professor João S.



O que andaram os meninos a fazer hoje na escola?


Pintar, colar, desenhar, montar e construir espantalhos assustadores, fazer intervenções teatralizadas e dramatizadas sobre a temática do Halloween, explorar dinâmicas de criatividade em grupo, integrar professores de outras disciplinas nas experiências realizadas e dar a conhecer aos restantes alunos da escola uma performance dramatizada ( muito ) improvisada.



Ainda demos conta durante a tarde do filme "O estranho Mundo de Jack" com uma audiência na Sala dos Grandes Grupos que faria corar de inveja muitas grandes salas de cinema deste País.




Correu bem!

Avelar Brotero pede suspensão da avaliação!


Por uma simpática amiga e colega a leccionar na "Brotero":

29 de Outubro

Estou feliz! A minha escola aprovou hoje em C. Pedagógico, após longa discussão, o pedido de suspensão da avaliação.É assim mesmo, o que é preciso é não temer e deixarem-se todos de provincianismos medrosos. Parabéns Avelar Brotero!

A caminho da exaustão!

A cadência desta alucinada demência avança ao ritmo acelerado dos macacos pneumáticos que a ministra insiste em fazer laborar.

Agora que as sondagens dão previsões de mais de 42% da intenção de votos dos Portugueses no PS, na 5 de Outubro já se planeiam decs-lei para nos mandarem lavar o chão, leccionar aos Sábados e dar aulas de recuperação com visitas de estudo e reuniões com E.Educação aos Domingos!

São muito bem educados esses senhores... e todos ganharam a titularidade Ministrial como muito bem sabemos... FORAM AVALIADOS COM EXCELÊNCIA E LOUVOR

estamos conversados...

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

um romance dedicado ao valor da amizade


Acabei hoje uma "história" que iniciei em Maio passado. A ideia com que fico, neste momento, poucos minutos depois de ter terminado as suas cerca de trezentas páginas e muitos capítulos, é que nada se compara ao profundo sentimento que nos é transmitido pelo inestimável valor da amizade.


Dedico-o de alma e coração aos meus maiores amigos, a minha mulher Rosa e os meus dois espantosos e extraordinários filhos Joões.


Até ao próximo! Bjs

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Escola Infanta Dona Maria diz NÃO À AVALIAÇÃO!


O Mal só pode vencer se os Bons nada fizerem para o derrotar!

sábado, 25 de outubro de 2008

Uma tranquila aguarela de uma aluna do oitavo B

"Matar o sonho é matarmo-nos. É mutilar a nossa alma. O sonho é o que temos de realmente nosso, de impenetravelmente e inexpugnavelmente nosso."

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