A Itália teve hoje mais um aumento dramático de mais 743 mortos, estando agora os números oficiais em 6820 mortes e perto de 70000 infetados...
Isto acontece depois de ontem terem tido uma ligeira diminuição nos números trágicos.
Conte está a falar ao país, mas apenas para acrescentar que quem fugir à quarentena arrisca multas que podem ir dos 400 aos 3000 euros.
A Itália está de rastos, de cabeça perdida, e a emergência nacional pode muito bem continuar a ser equacionada, mas o primeiro ministro italiano não sabe dizer até quando.
Conti, no meio de um discurso solitário, e numa espécie de ajuda para o tentar ultrapassar este caos, fez uma reflexão: "O povo italiano terá ainda muito tempo para pensar acerca do que verdadeiramente interessa, e o que é realmente fundamental para todas as nossas vidas."
Só estamos nos primeiros quinze dias de quarentena.
Muito esforço colectivo nos espera pela frente, muito esforço...
O nosso PM vai avançando, Março, Abril, Maio... será para lá de meados
de Maio que teremos de contribuir TODOS para o relançamento da economia.
Primeiro a saúde, as pessoas, depois cá estaremos para o que der e vier.
Já agora, e neste exato momento em que todo o planeta luta contra o
inimigo invisível, os Australianos optam por idas à praia, e a juventude
estado unidense prefere curtir o Spring
Break na Florida... enquanto os britânicos só hoje decidiram fechar
escolas e, vejam lá, encerrar PUBS!!! Quanto a mim, acho que vou mesmo aproveitar todo este tempo para regressar à "MINHA" literatura. Vou voltar a escrever! Parei porque entendi que a realidade ultrapassa SEMPRE a mais inconcebível das ficções. Ver-nos-emos, se tudo correr bem, daqui a 3 meses. Beijinhos...
Só um fortíssimo sentido cívico nos pode afastar dos números cruéis de Itália e dos nossos vizinhos espanhóis.
Ouvi dizer que em certos hotéis de Milão ainda se praticam festas e
jantares com gente que não respeita ninguém nem quer perceber nada do
que se passa ao seu redor. Esse é o único verdadeiro medo, a continuada estupidez humana...
A província de Hubei, epicentro do coronavírus, não registou novos casos de nas últimas 24 horas. Em toda a China, os mais de 30 novos casos foram todos importados.
Tecnicamente, o surto de Covid 19 está em vias de total remissão neste
país que se encontra já a reiniciar a sua vida e rotinas.
Na Europa, a Itália necessita de toda a ajuda possível. O caos
instalou-se em definitivo sendo a zona de Brescia a mais martirizada com
o número de mortos e infectados a não parar de aumentar. Em Portugal, os números crescem mas a um ritmo mais lento que em Espanha, França, Alemanha e Itália. Talvez tenhamos conseguido fazer o devido a tempo de evitar uma crise pior. Mantenham-se em casa! Por vós, por nós, por todos os avôs e avós deste país. Os próximos dias vão dizer-nos que estes dias de quarentena generalizada fazem e fizeram todo o sentido. Somos capazes, somos mesmo muitíssimo capazes de resistir ao inimigo invisível com um número mínimo de baixas. Depois pensaremos na economia!
Esta seria (infelizmente) MESMO a única forma de se poder fazer baixar
os terríveis índices globais de poluição do Planeta. Passámos a ter
finalmente TEMPO para pensar e equacionar devidamente o que é realmente
necessário e importante para cada um de nós.
O preço a pagar é
tremendo, mas se não voltarmos a ser os mesmos idiotas do costume,
devemos saber tirar as melhores Lições destes dias 'diferentes" que
temos ainda de enfrentar.
E eis que, subitamente, o Mundo inteiro tenta combater um vírus implacável que ameaça seriamente deitar abaixo a Economia Global, fez parar a esmagadora maioria dos voos entre as nações e já causou para cima de 6500 mortos e perto de 170.000 infetados,(números oficiais, mas creio que haverá bem mais casos do que estes). Estamos todos de quarentena. Itália é o caso mais dramático na Europa, atualmente com mais de 1600 mortos. Espanha não se encontra em melhor situação, e temo que em Portugal os números comecem a piorar de forma drástica. Tentando manter alguma tranquilidade, vamos dando instruções e aulas desde casa, colocando informação e dados online. Uma espécie de regresso à tele-escola mas pelos piores motivos. É complicado, muito complicado, mas a situação vai tornar-se bastante mais difícil. Vamos ter de fechar fronteiras, cafés, restaurantes, ... e julgo que já devíamos ter imposto esse estado de emergência pois iremos pagar em mortes e num ainda maior número de infetados o adiamento dessa importantíssima decisão.
Decidi abrir todos os meus blogues literários aos leitores que os queiram visitar nestes dias complicados, para quem desejar ler textos originais. Apenas o primeiro romance se encontra editado. Aviso, desde já, que não existiu qualquer revisão aos textos, daí ser possível encontrar "gralhas", apesar de não serem em grande número... É só clicarem nos links que se encontram à direita no meu blogue, por baixo de AS MINHAS OBRAS LITERÁRIAS.
BOA QUARENTENA BOAS LEITURAS FIQUEM EM CASA!
Estado de emergência pode ser declarado quarta-feira, admite Ferro Rodrigues
O
Conselho de Estado reúne-se na próxima quarta-feira de manhã (dia 18) e
poderá declarar o estado de emergência, admitiu o presidente da
Assembleia da República, Ferro Rodrigues.
Estamos longe da data da minha última publicação. Não tenho sido muito ativo em matéria de blogue, não tenho sido capaz de alimentar a "máquina voraz" das redes sociais, que tudo engole e manipula..., não tenho. Mas agora que navegamos nesta estranha invasão de um vírus global que alterou comportamentos e causa grande preocupação, parece que a humanidade não avançou assim tanto em matéria de gestão de crises. O ser humano reage de forma primária e absurda, é insensato e facilmente manipulável. E qual será o pior dos cenários, as mortes causadas pelo Corona Vírus, ou as reações absurdas que se vão conhecendo por esse mundo afora?
Neste momento o vírus já chegou a Portugal. Demorou, mas cá o temos, para o que der e vier.
Oficial: Dois casos positivos de infeção por Covid-19 em Portugal
Os dois doentes infetados estão internados em hospitais do Porto, confirmou a Ministra da Saúde em conferência de imprensa. Os dois doentes estão "estáveis". Um dos casos está confirmado, o segundo aguarda contra-análise.
Situação atual é de alguma tranquilidade, mas parece não existir mais nenhuma notícia neste planeta à beira Via Láctea plantado, a não ser a que vai dando conta dos números da pandemia.
E aqui estamos, 45 anos depois. Recordo o V de vitória que fiz com os meus dedos ainda pequenos, o braço direito bem esticado através da janela do MG 1300 cor de café com leite de meus pais. Descíamos a avenida em direção à rotunda do relógio nos Olivais Sul onde vivíamos. Aqui estamos, 45 anos depois, e este é um mundo diferente, obrigatoriamente diferente desse de então. O Portugal de hoje vive uma realidade global em liberdade, colhida na revolução dos cravos, e foi através dela que aqui chegámos. Mas a liberdade, quando existe, é tudo menos igual nos quatro cantos deste nosso planeta. No nosso país orgulhamo-nos de poder expressar as nossas ideias e ideais sem o receio de sofrer as represálias de outrora, as censuras, a violência física e psicológica dos tempos da ditadura. Somos livres, existe tolerância, respeito, paz, e estas são conquistas de abril que demoraram meio século a concretizar e que todos os dias necessitam o nosso cuidado e permanente atenção. Desde 1945, data do final da segunda grande guerra, que o mundo não vive um conflito mundial, mas o planeta não é capaz de viver em paz. Neste longo período de 74 anos têm sido inúmeros os conflitos regionais que transformaram as relações dos povos e dos diferentes países. O mundo está doente e necessitaríamos ainda de espalhar abril por muitas zonas e países da Terra, a casa comum de todos nós. Só existirá abril em liberdade quando ela for capaz de existir globalmente, quando a humanidade tiver consciência da sua casa por inteiro, mas são ainda tantos os abris por construir e conquistar. Abril foi e é uma conquista dos portugueses, através dela vivemos em liberdade há 45 anos consecutivos mas a liberdade está ameaçada por meios e formas sofisticadíssimos de manipulação de informação e contra informação. Só existirá completa liberdade com uma educação apolítica e laica de qualidade, uma que consiga manter afastada das nossas sociedades a realidade Orweliana antecipada em 1984, onde o pensamento se pretendia inócuo, maniatado, prisioneiro de interesses e de regimes totalitários que descambaram em vivências sem sentido e vazias de esperança. A ambição, a ganância, o desejo incontrolável de obter a suposta felicidade através de bens materiais, têm vindo a agrilhoar as nossas supostas liberdades com estereotipados ideais de existência. Liberdade deve ser sinónimo de felicidade, não de sucesso, de fama, de conta bancária, de eterna juventude, de luxo, de vaidade… Os gostos e interesses de poucos, as suas vontades, liberdades e formas de encarar a existência, têm vindo a destruir gradualmente o planeta que é de todos nós. As "liberdades" dos poucos poderosos que, pela sua ganância desmesurada e anónima, criaram interesses corporativos protegidos e blindados com estruturas de tal forma intocáveis que nem os poderes dos estados, que corrompem e corroem, conseguem abalar. Esta estranha forma de (não) vida tem vindo a destruir por completo a nossa casa azul. O planeta está enfermo, o mundo decadente, então porque nos continuamos a comportar como se nada se estivesse a passar? Liberdade! A Liberdade deve e tem de ser festejada e celebrada, mas hoje, talvez mais do que em qualquer outro momento da história da humanidade, é tempo de olhar para o presente enquanto ainda existimos como espécie, enquanto ainda é possível travar esta nossa irremediável caminhada para o abismo. Aquecimento global, terrorismo, extinção em massa de espécies animais e vegetais, desertificação, poluição ambiental, crescimento demográfico, migrações em massa de refugiados, pobres, perseguidos, de minorias religiosas e étnicas, crescimento da xenofobia, do racismo, da violência de género, das catástrofes ambientais, dos fenómenos atmosféricos extremos, o aumento do nível dos oceanos, a alteração e manipulação genética das espécies, tudo isto acontece ao mesmo tempo que a globalização tem feito alastrar os fenómenos de manipulação de informação que têm dado origem a novos populismos e ao crescimento generalizado dos ódios e das muralhas entre os povos, entre aqueles que se consideram ricos, poderosos e donos da razão, entre os que Podem e os que Não podem, entre os que supostamente se consideram Livres e todos os outros que ameaçam as "suas" liberdades. Hoje assistimos, impávidos e quase serenos, ao regresso da construção de muros, da criação de barreiras e o desenvolvimento, até quase á esquizofrenia, de sistemas de pseudo segurança e de regulação das nossas liberdades individuais e do nosso direito à privacidade e da limitação ao pensamento individual e coletivo. O direito à liberdade de expressão, à criatividade, à independência, à humanidade e à individualidade, um nome, uma identidade, uma pátria, sem estes valores não poderemos existir no mesmo patamar de igualdade de um qualquer outro nosso irmão ou irmã à face do planeta. Vivemos hoje o mais complexo, trágico, absurdo e talvez irreversível momento histórico da nossa breve existência enquanto espécie humana, e fazendo jus à nossa mais primária e instintiva característica, continuamos a comportarmo-nos como verdadeiros imbecis. Como será o nosso planeta daqui a mais 45 anos, como será a Terra na festa dos 90 anos do nosso 25 de abril? Acredito que o planeta ainda exista, mas não consigo imaginar que tipo de vida ou existência partilharemos uns com os outros neste nosso calhau à beira sol plantado. Nada mais interessa, apenas isto interessa. Viva a Liberdade! Viva o 25 de abril! (porque sim)
Para provar que a loucura dos homens não parece ter fim à vista, e numa data marcada pela luta dos jovens de todo o planeta na procura de um mundo melhor, eis que chegou a trágica notícia de mais um bárbaro atentado na Nova Zelândia a duas mesquitas. O número de mortos acabará por ser maior que a meia centena, e igual o número de feridos. Que gente é esta que se alimenta de Ódio, que gente é esta? Qual gente...?
Hoje, dia 15 de Março, o dia amanheceu com a esperança de que ainda se possa ir a tempo de salvaguardar o futuro do planeta. Por todo o mundo, muitos milhares de jovens estudantes saíram à rua para fazer suas as palavras da jovem sueca Greta Thunberg. É tarde, é cada vez mais tarde para começarmos a fazer a diferença. É urgente que os dirigentes de todas as nações saibam que nada é mais importante do que esta causa. Os jovens habitantes desta "casa azul" sabem-no, e mostraram hoje ao mundo que não podemos permanecer amorfos, e que voltar atrás na luta por uma Terra viável é algo que não pode acontecer. Hoje tive verdadeiro orgulho em ser professor, algo que já não me acontecia há muito, muito tempo.
Taboo series 2 confirmed: Tom Hardy to return to BBC1 as “the devil Delaney”
Executive
producer Ridley Scott thanks the BBC and US broadcaster FX for
"supporting Taboo at every stage so it could be the dark, dirty brute of
a drama that it is"
BBC1’s grimy, gritty drama series Taboostarring Tom Hardy will be back for a second series, the BBC has confirmed.
The period drama written by Steven Knight, the creator of Peaky
Blinders, will officially return with eight new episodes to BBC1 after star Hardy said that there was more story to tell.
An air date for Taboo series two has yet to be revealed, but writer Knight has previously been confident of a renewal, telling RadioTimes.com that he was expecting at least two more series.
“We think it has got a two and a three certainly, that’s the plan,”
Knight said. “After that who knows? This series is eight parts – it’s a
lot of time.”
The series will continue to be broadcast on BBC1 in the UK and FX in
the United States. Following news of the recommission, star Tom Hardy
said, “We are grateful and excited to continue our relationship with the
BBC and FX in contributing towards British drama. Fantastic news.”
Steven Knight gave a hint of what was to come by saying that he would
be taking James Delaney to the new world, following the series one
finale which saw Hardy’s character sail off into the sunset.
“James Delaney will continue to explore many realities as he takes
his band of misfits to a new world, thanks to FX and the BBC, partners
who could not be more suited to collaborating in ground breaking work,”
Knight said.
Director Ridley Scott, who was an executive producer for Taboo,
added, “We’re thrilled people want to know what happens next and that
the BBC and FX are up for more adventures with the devil Delaney and the
league of the damned.
“Along with our international distributors, Sonar Entertainment, the
BBC and FX have been great partners, supporting Taboo at every stage so
it could be the dark, dirty brute of a drama that it is.”
The BBC said that the series has earned its recommission in part
because of its success on BBC iPlayer, where it has earned a growing
audience following its unusual Saturday night slot. Episode one earned
the BBC its third highest iPlayer audience ever, just behind Sherlock
and one-off drama Murdered By My Boyfriend.
“Launching in a new Saturday night slot on BBC1 provided us with an
opportunity to take risks and showcase distinctive drama; and the
growing talkability of Taboo has engaged younger audiences seeing record
numbers coming to iPlayer, with the availability of the box set
maximising audiences even further,” said director of BBC content
Charlotte Moore. “A second series can’t come soon enough.”